Ratas não lhe chegavam.

24 Sep

F0d@-SE MICKEY!!! NA MINHA SALA!? EM FRENTE AOS MEUS FILHOS!? COM UM PORCO!?????

Porra! O quão desesperada uma pessoa precisa estar para chegar a isto? A sério… nunca pensei que fosses capaz.

Cheio de merdinhas Disney, parques de diversões, séries em canais infantis, dinheiro para o que te apetecer, manias das grandezas e para quê!? Para acabar a foder um porco na minha sala em plena luz do dia!??

És doente. E um porco! Mas não desses porcos que podem comer os da sua espécie! Não penses!! És um rato nojento que devia mas é andar atrás de ratas e não porcas. Ok, poderiam ser ratas porcas. Mas nunca de porcas. RAIOS!!! TU PERCEBESTE!!! ÉS UM JAVARDO E LIVRA-TE DE ME VOLTARES A APARECER NAS MÃOS DOS MEUS FILHOS!

Porco da mer… RATO DE MERDA!!

E agora, continuamos a achar que a violência nunca é justificada!?

24 Sep

Pessoa lá dos serviços onde se faz o Cartão do Cidadão diz-me que, se tenho pressa, o melhor é pagar um balúrdio e levantar o cartão na Expo no sábado de manhã.

Pago um balúrdio.

Venho para a expo hoje, sábado de manhã.

O segurança do prédio diz-me que isto está fechado e que nunca, repito, NUNCA funcionou aos sábados.

Então não era de ter ficado com a morada da senhora, só para agora aparecer lá em casa e dar-lhe uma vintena de vergastadas com uma corrente enfiada numa mangueira!? Com o marido a chorar num canto da sala por causa da arma que tinha apontada aos cornos e os filhos a ver o que acontece a imbecis de merda que além de usarem unhas de rameira de casa-dos-segredos, são umas burras incompetentes de merda. Era ou não era!??

Puta que pariu esta gente toda.

PUUUM!!! Acabou-se.

23 Sep

No que diz respeito às loucuras de sexta à noite, ter um terceiro filho é o equivalente àquele tiro que os cowboys davam na cabeça de cavalos moribundos para terminar com o sofrimento dos mesmos…

Surubada

21 Sep

Cinco da manhã. Mamas de fora. Pernas abertas. Rabos. Dois homens na minha cama além de mim e da minha mulher. Um deles a saltar em cima de mim e a pedir leitinho. O outro a ocupar a minha mulher, já nua e com ar de quem não aguentava mais. Pouco depois, alguns brinquedos na cama para ver se apimentava a coisa. Depois, massagens no rabo de um deles, só para ver se “fazia alguma coisa e acalmava”. Lá fez um xixi mas nada mais. Não devia estar numa das suas noites mais “kinkys”. Mas não faltou muito para que um deles começasse a dizer que queria continuar mas… agora na sala, em frente à tv. Lá fomos buscar mais brinquedos para ver se o satisfaziamos na cama. Enquanto casal, já não queríamos mais nada além de cansar os homens que – subitamente – aparecem na nossa cama de madrugada como se tivéssemos ligado para os classificados.

Lá adormeceram com ar de satisfação. Bem sei que devia guardar estes cambalachos para os fins-de-semana mas são eles que decidem quando lhes apetece passar a madrugada inteira a escavacar um casal mais velho.

Estou morto.

Eu sei que parecia outra coisa.

19 Sep

Fui fazer uma ecografia à virilha. Não nos alonguemos sobre a necessidade da mesma. Digamos apenas que este menino não olha a meios, nem vê limites, quando se trata de dar prazer a uma mulher. A carcaça já não tem a flexibilidade de outros tempos mas… se é um acrobata do Cirque de Soleil que ela quer, é um acrobata que ela vai ter.

Daí a precisar de uma eco, foi um saltinho. Daqueles com uma perna no ar. E uma mão atrás das costas dela. Enquanto a outra segurava uma mama. E a anca. Com o peso todo apoiado na perna que sobrava. Tudo isto a contrair as nádegas para aguentar mais tempo.

Vá, é redutor mas… chamemos-lhe “saltinho”.

Curiosamente, o nome técnico falava de qualquer coisa “inguinal” e de “partes moles“, o que logo à partida me pareceu ou uma falta de sensibilidade pelos homens em geral ou – pior ainda – uma tremenda falta de conhecimento sobre este menino. E não estou a falar de mim. Estou mesmo a falar “deste menino” que aqui tenho e que me tem acompanhado pelas curvas da vida.

Chegado à marquesa, a assistente do ecografista dá-me as indicações necessárias para o que se ia passar ali e eu, tal como faço quando as hospedeiras começam a debitar aquela lenga-lenga sobre aterragens em situação de emergência, ignorei por completo e pensei: “tá bem… quando isto começar a cair, logo se vê“.

Ela sai e entra o médico. Vê-me com aquele papel vegetal a proteger as calças e pede-me para baixar um pouco mais. Eu, feito parvo e meio a dormir, empurro as calças para baixo mas não o suficiente. Tendo em conta que íamos analisar uma virilha, ainda pergunto: “está bom assim!?“, ao que este se limita a responder bruscamente: “Óóó homem, tire as calças de uma vez…“. Eu que não tenho qualquer tipo de pudor, até me senti um choninhas por ter que ouvir aquilo e assim o fiz.

Neste momento, qual jovem adolescente pela primeira vez numa casa de putas, ali estava eu… deitado, nu na parte de baixo, enquanto a velha e experiente madame se preparava para tratar de mim. E nesse momento, ocorreu-me outra dúvida sobre o comportamento mais adequado ao que se ia passar ali.

Tendo em conta que tinha as jóias da coroa completamente acomodadas em cima da virilha em questão e sabendo eu que é ali que gostam de estar, o que fazer!? Fingir que não tinha pensado nisso e deixar que o ecografista trinchasse a carne com uma mão, enquanto segurava na salada com a outra? Ou ficar a segurar no menino para que ele não o fizesse e, uma vez mais, fazer aquela figura ridícula de quem está com medo de mostrar a pilinha!?

Grandes dúvidas existenciais que me ocuparam o espírito, naqueles breves momentos em que nem médico nem assistente estavam presentes. Tomei uma decisão. Uma vez que não se tratava de uma “doutora gostosa com ar de safadona“, mais valia ser eu a arrumar os despojos de guerra. Iniciei essa tarefa, tentanto perceber – por tentativa erro – qual a forma mais máscula, decente e aparentemente despreocupada de ficar a “pegar nele”.

E é precisamente no momento em que estou no “pega daqui, pega dali”, que a porta se abre de rompante e entra a assistente, tendo tempo apenas para ficarmos uns segundos a olhar um para o outro, sendo que ela tinha uns papéis na mão e eu parecia estar a acariciar uma escritura e duas procurações.

Aii… peço imensa desculpa! Volto depois” – ouço previsivelmente.

Não, não… não há problema. Deixe-se estar. Fique à vontade.” – digo eu de pila na mão. Repito, de pila na mão. Como dizer seja o que for e manter a dignidade, quando nos dirigimos a alguém que não conhecemos (nem estamos em processo de conhecer), com a pila na mão!?

A porta fechou-se. Quando saí, preferimos evitar o contacto visual. Espero que, pelo menos, tenha gostado do que viu e que perceba agora porque raio lá fui fazer uma eco à virilha.

Aguardo pela data de entrega dos exames.

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PS: Imagem gamada da net, como praticamente todas as que são usadas por estas paragens. “Ai mas fui eu que tirei essa foto e a imagem tem direitos…”. Fuck you.

De qual mundo!?

16 Sep

Se as crianças fossem o melhor do mundo, o Cristiano tinha ganho a Bola de Ouro com 6 anos. Ganhou!? Ganhou ou não!? Pois…

Então calem-se.

E agora deixem-me em paz porque são quatro da manhã e tenho ali um melhor do mundo aos berros porque tem merda a sair da fralda. E cólicas. E fome. E cenas que só ele sabe.

Aliás, se não me despacho, ainda acorda os outros “melhores do mundo” e não tarda muito esta casa está a viver a melhor madrugada do mundo. Sendo que amanhã, alguém tem que ir trabalhar pela fresca…

…com uma cabeça do tamanho do mundo.

Olha a “fashion-tip” bem fresquinha!

16 Sep

Se gostam de lojas abertas até mais tarde e andar no meio de uma multidão a ver montras, o Colombo fica aberto até à meia-noite e podem aperaltar-se como muito bem entenderem para lá ir.

Não precisam de esperar um ano inteiro pelo próximo Vogue Fashion Night Out.

De nada.


PS: Se viverem no Porto, também funciona no Norte Shopping. Assim como em qualquer outra cidade qualquer que tenha um centro comercial. Dica do caraças, não é!?

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