Fico parvo com a irresponsabilidade desta gente.

11 Set

Caras colegas que namoram com ninjas, campeões mundiais de kung-fu, ex-presidiários condenados por homicídio, culturistas, cidadãos em liberdade condicional ou – numa perspectiva mais abrangente – qualquer gajo que não sendo um dos anteriores, possua um físico semelhante ao da foto em anexo:

Se não vos deram educação em casa e não vos ensinaram as normas básicas de segurança e convivência em sociedade, eu dou.

Para começar… NINGUÉM PODE NAMORAR COM UM GAJO DESTES E NÃO AVISAR AS PESSOAS EM SEU REDOR, A CADA CINCO MINUTOS E SEMPRE QUE SE APROXIMA ALGUÉM QUE NÃO OUVIU O AVISO ANTERIOR!

E para terminar… NINGUÉM PODE NAMORAR COM UM GAJO DESTES E NÃO AVISAR AS PESSOAS EM SEU REDOR, A CADA CINCO MINUTOS E SEMPRE QUE SE APROXIMA ALGUÉM QUE NÃO OUVIU O AVISO ANTERIOR!

Estamos entendidos!??

Na verdade, as normas de segurança em sociedade até são bastante permissivas porque o correcto deveria ser “Ninguém pode namorar com gajos destes e conviver com outros seres humanos que, na sua ingenuidade e vontade de serem engraçadinhos, poderão colocar a sua vida em risco”. Ponto final!

O mundo actual já está cheio de perigos que não controlamos e com os quais temos que saber viver. Já nos bastam loucos que se explodem na rua, atrasados mentais com armas, acidentes e catástrofes naturais. A última coisa que precisamos é de descobrir no Instagram que aquela colega a quem mandamos uns piropos e piadas menos próprias, namora com uma máquina de guerra que ferve em pouca água.

É uma questão de bom-senso e preocupação com o próximo. Acho até que, em caso de agressão física contra aquele gajo super inconveniente lá do trabalho, estas miúdas deveriam ser condenadas judicialmente por ocultação de informação vital.

Espero que isto tenha ficado claro e que não volte a ficar com suores frios, só porque fui ao vosso Instagram procurar fotos em bikini e acabei a ver o mural dos vossos namorados, enquanto tremo dos dedos e me habilito a fazer um like involuntário na foto errada.

PS: E adicionem qualquer gajo com um cão. Qualquer cão. Tenho ligeiro receio de canídeos que não conheço e prefiro não ver a minha vida terminar com as mandíbulas de um caniche cravadas na minha jugular.

PS2: Foto gamada da net. Neste caso, do meu perfil pessoal no facebook, numa pasta que lá tenho, chamada “Verão2018”.

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Meio episódio de CSI. Não pedia mais.

9 Set

Não sei se este casal de namorados que matou a mãe da rapariga no Montijo, estava a planear um crime ou a escrever uma comédia para concorrer ao Festival de Curtas de Vila do Conde… mas reparem nisto:

Sangue no carro, sangue em casa, botas cheias de terra e – muita atenção a este pormenor – histórico do Google com pesquisas ao nível de “como assassinar alguém e não ser apanhado?”. A PJ demorou, pasmem-se, menos de dois dias a desvendar o sucedido (e aposto que estes “dois dias”, bem espremidos, são para aí uns 25min).

Porra! Mas esta malta não viu um único policial na vida!? Meio episódio de um CSI!? Dez minutos de um Poirot!? O genérico da Patrulha Pata! Escola primária, fizeram!??

Confiar no Google!?? Que delícia!!!

Não terão estranhado que, dois minutos após a primeira pesquisa, lhes tenha começado a aparecer publicidade a cordas para enforcamento, sacos de plástico resistentes, ácidos para dissolver ossos, pás, venenos e outros produtos relacionados? Acharam que seria apenas uma feliz coincidência!? Terão eles sentido, quem sabe, que aquilo era um sinal!? Afinal de contas, até a internet parecia estar a querer ajudar…

Seja como for, gosto de imaginar o momento em que, depois alguma pesquisa na net, olharam um para o outro e concordaram que estava ali um plano infalível. Não havia como falhar! Imaginem bem os diálogos dos meninos. As pérolas dignas de um Woody Allen que devem ter saído daquelas cabecinhas, enquanto limavam as pontas soltas do seu golpe de mestre.

Logo a seguir, gosto de saltar para o momento em que se viram entalados por todos os lados e ficaram com aquele ar intrigado de “Porra… onde é que isto falhou!? Onde!?? Como!??”.

Agora gostava era de ver o que andarão eles a pesquisar por estes dias…

PS: não quero ferir susceptibilidades com os “tags” deste texto mas as coisas são como são. Se não souberem o que são “tags”, nem se macem.

Quando não consegues perceber quem é o idiota na sala, já sabes…

8 Set

Sempre que entro num sítio de fast food, procuro pela pessoa mais gorda que lá estiver e penso “Se continuo a comer disto, é assim que vou ficar”.

A merda é quando são todos mais magros que eu.

Odeio saber o que estão a pensar. Cabrões discrimindadores! Estão a olhar para onde!?? Eu sou feliz assim e cada um vive com o corpo que tem! A vida não é só aparências!!!

Que gentinha mais fútil…

PS: esta pub ao Burguer King não foi paga mas gostava que soubessem que estão a 5 menus grátis por mês, de fechar uma parceria para a vida.

Burros que nem portas…

7 Set

O que raio se responde aos atrasados dos nossos amigos que, quando percebem que estamos em alta-voz no carro, perguntam: “Podes falar!?”.

OLDSCHOOL

6 Set

Fiz umas alterações na cama do meu puto. Aquilo, assim de origem, não me estava a agradar nem um bocadinho. Não tinha uma pintura decente, uma chama de lado, um néon, nada! Já para não dizer que o puto ainda é pequeno e, à noite, nem sequer manda aquele ronco que podia ajudar à festa. Senti falta das minhas raízes e percebi que estava na hora de elevar o nível de margem-sul neste quarto.

E não quero saber se vivemos na Estrela, se o puto só conhece o Miratejo de visitar os avós e se passa a maior parte do tempo neste covil de betaria onde nasceu. TOMACAGAR E ÉQUÉMÊMASSIM! (quem souber, é ler a frase anterior com aquela entoaçãozinha que só nós sabemos).

À noite, as histórias de embalar são sobre o Zé Grande, o Bollycao, o Xipala, o Pula, a Paulinha Puta, o Mala Verde, o Indiano, o Beto Ramon, a Xaxa, o Nhanhas, fugas à bófia, pancadaria, drogaria, gamanços e outras aventuras de quem não conseguiu passar por isto sem uns aninhos no xilindró.

Explico-lhe o que eram umas calinas, um pélito, uma esquindiva, passar uma sussa, um bote, etc. Sei da importância de se falar várias línguas e faço questão que perceba o que se dizia do outro lado do rio. Tem uma educação completa e todas as ferramentas para vencer na vida… quando os métodos mais tradicionais falharem, claro.

Street-credits” nunca fizeram mal a ninguém e tenho a certeza que um dia vai ser abordado por dois jagunços e se vai lembrar das histórias do pai. Depois vai chorar e, se tudo correr bem, fugir dali para fora sem levar uma chinada.

E se precisar de resolver as coisas com conversa, pode sempre contar-lhes daquela vez que pai lhe fez uma cama tunning.

Sempre ouvi dizer que o importante é estarmos confortáveis.

3 Set

Saí de casa há 15min. Já fui ao café, já voltei atrás porque me esqueci de uma coisa e já atravessei umas ruas para chegar ao carro.

Sentia-me bem com a minha roupa e estava tão confortável que cheguei a achar que tinha emagrecido.

Afinal não. Afinal, esqueci-me de apertar a camisa e andei este tempo todo de barriga de fora. A semana começa bem.

Se beber, não “rede socialize”

2 Set

ALERTA! Ontem tudo começou assim. De forma calma, num sítio paradisíaco, onde apenas se procurava celebrar o amor de duas pessoas. No entanto, o vídeo publicado esta madrugada no Instagram deste pardieiro (@factosdetreino), atesta que não foi assim que tudo acabou. Quer dizer… a parte do amor manteve-se. A dignidade é que não.

Neste momento, duas corporações de bombeiros e mais de 600 militares do exército com o apoio de equipas de resgate alemãs (nacionalidade predominante no casamento), vasculham a vila de Azeitão (“Big Olive Oil Village” para os estrangeiros), à procura dos restos da minha dignidade, que ainda se encontram pela serra a cantar “What is love, baby don’t hurt me, no more…”.

Agora, mais calmo, quero pedir desculpa a todos os que esta manhã cuspiram os seus pequenos-almoços quando foram surpreendidos pelas imagens em questão. Gostaria até que o meu exemplo fosse utilizado num género de campanha de “Prevenção Rodoviária” mas para todos os que bebem enquanto conduzem um telemóvel com acesso à internet.

A circulação embriagada em plenas redes sociais, pode provocar danos irreversíveis ao próprio e a todos os que o rodeiam (principalmente se são comprometidos e acabam em vídeos onde não tiram os olhos da alemã do lado…). Aliás, deveria existir um “balão” em todos os telemóveis que impedisse a utilização dos mesmos, quando o seu dono já não estivesse na plenitude das suas capacidades cognitivas.

“Se beber, não rede socialize”, parece-me um ensinamento que todos deveriam assimilar e espero, honestamente, que o meu exemplo, ao som de MC Hammer, vos ajude a não cometer os mesmos erros.

E agora vou descansar porque não fui eu que casei e amanhã não há lua-de-mel para ninguém.

PS: Apesar de tudo, a sorte esteve do meu lado. Tenho o telemóvel cheio de fotos do meu rabo e pelo que vi, poderia ter sido bem pior.

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