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Dúvidas legítimas.

15 Nov

Como é que se faz para se sair em liberdade com uma caução de 70 mil euros? Pede-se um empréstimo!??

E os bancos… vão nisso? É tipo crédito habitação mas ao contrário? Pedimos dinheiro para sair daquela habitação?

Mas… e se tivermos dinheiro para isso, perguntamos se aceitam multibanco? Paga-se em cheque? O tribunal terá mbway!? Ou temos que pedir a alguém para ir fazendo levantamentos de 200€ até termos a guita toda!?

Quando vejo essas notícias, a primeira coisa que penso é que se me colocassem essa caução, começava logo a imaginar formas originais de apanhar sabonetes.

70 mil euros!?? Ó amigo… veja lá se me orienta uma cela com vista mar e não se fala mais nisso.

PS: Foto gamada ao @insoniascarvao sem qualquer tipo de pedido, aviso prévio ou seja o que for… mêmábruta. Se for para vir pedir indemnização, já sabes, não peças 70 mil.

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Dói um bocadinho. Nada de mais.

5 Nov

Factos, para impressionar a filha, faz passo de breakdance demasiado arriscado para a sua idade, forma física e técnica apurada.

Factos cai redondo no chão. Segura as lágrimas. Controla a dor. Evita demonstrações de pânico e desvia o pensamento da hipótese de ter ficado paraplégico. Factos diz que o passo era mesmo assim é garante que está tudo bem.

Factos coxeia um domingo inteiro. Factos Filha fica preocupada e insiste que algo se passa. Factos nega. Jamais se magoaria com um mísero passo que, apenas aos olhos de alguém sem formação avançada em vários estilos de dança, parece ter corrido mal. Jamais.

Factos fica sozinho e avalia o impacto da sua destreza física e impressionante mobilidade. Com a pancada, além de ter ficado a falar na terceira pessoa, Factos achou boa ideia esperar pela hora de almoço para partilhar com o mundo os “ossos do ofício” de quem dedica uma vida à dança.

Factos poderá ter estragado o almoço a muita gente e, sem saber, ter salvado o repasto de todos os que têm “foot fetish”.

Factos tem muitas dores e lamenta que tenham visto um chispe sem aviso. Factos  chegou a ponderar pedir “beijinhos no dói-dói” mas parece óbvio que Factos perdeu a noção do aceitável.

Com as lágrimas que só os grand6es bailarinos carregam nos olhos, Factos vai coxear daqui para fora.

Escusam de lutar. Não dá para recuar no tempo e não ver isto. Ninguém vos mandou abrir andar na net sem cautela. Aceitem e vivam dignamente a vida que vos resta.

Como se alguém comesse isto tudo…

1 Nov

Quando vi esta torrada, estive quase para escrever um post a explicar-vos o quanto odeio sítios onde pedimos uma torrada e, sem qualquer aviso, servem pequenas Muralhas da China em pão.

Pior, só mesmo quando – em vez de nos avisarem que meia torrada chegaria perfeitamente para um ser humano de porte médio, construir uma vivenda de dois andares em pão (com garagem churrasqueira e portão automático) – ainda nos mandam aquele ar de gozo acompanhado pela frase: “Então aqui está a sua “torradinha”.” Como se tivéssemos sido nós os garganeiros com mais olhos que barriga!

Juro que me passo com esse tipo de chico-espertice. PASSO-ME!!! Só não escrevi o post a desancar essa malta porque entretanto comi a torrada toda em nervos. Até à última migalha.

E ainda pedi um rissol para ver se acalmava.

E um bolinho para o caminho.

Mas para a próxima vão ver… pensam que estão a servir algum alarve ou quê!??

Dia de merda.

15 Out

Vidro com gotas.

Um clássico de pessoas que acham que os outros não repararam que está a chover. Ou que acham que os que estão em terras de bom tempo, ficam minimamente importados com a chuva alheia. Ou, simplesmente, pessoas que depois de uma vida a ver janelas molhadas, percebem que com os telemóveis actuais é possível tirar fotos em que parecem super atentos aos pequenos pormenores da vida.

Para terminar, temos os que não resistem a sacar essa a foto da praxe e inventar um granda relambório a gozar com quem o faz, na tentativa de justificar tê-lo feito.

Filosofia, é o que é.

Filosofia e um dia de merda.

Parem de fingir.

5 Out

Pessoas fotografadas de costas a olhar para obras de arte. Um clássico do pretensiosismo e uma velha artimanha que tem fustigado milhões pelo mundo inteiro. Homens, mulheres, idosos e crianças. Todos conhecemos alguém tocado por este flagelo.

Está na hora de dizer “BASTA!”.

Admitamos que não fazemos ideia porque raio aquelas cores todas são um quadro caro. Tenhamos a coragem de dizer que não percebemos bem a ideia daquela pedra no meio do salão ou da foto desfocada de um babuíno a defecar num prato. Porra… é só um macaco a cagar, fotografado por alguém sem jeito para a coisa.

Paremos de fingir! Sabemos bem que só tiramos estas fotos de costas, porque não queremos que se vejam as nossas caras de “bois a olhar para um palácio”.

BASTA!

Os padres precisam de amigos.

18 Set

Acabo de me ver envolvido em mais uma discussão sobre padres, pedofilia, ódio à igreja, etc etc… E honestamente, acho que está na hora de alguém tentar perceber os padres. Chega de acusar as pessoas sem pensar, um bocadinho que seja, nas suas motivações. Até os cães, quando calha esventrarem um pequenote ao calhas, são defendidos. A culpa é sempre dos donos ou do raio do fedelho que lhes pisou a cauda (e, nesta parte, eu percebo-os bem porque há putos insuportáveis). Então e os padres!? Ninguém se preocupa com eles!?

Já pensaram que se calhar os padres não têm cena nenhuma com crianças!? Já pensaram que talvez gostem apenas de pessoas pequenas? Pode não ser taradice marada, pode ser apenas um fetiche por pequenitos. Já alguém experimentou mandar uns quantos anões, o Marques Mendes ou até o Vasco Palmeirim para dentro de uma igreja, só para ver o que lhes fazem?? Não? Então não falem.

Quem é que não tem um amigo que gosta delas pequenitas? Ou gordas? Ou manetas? Ou… pronto, acho que já perceberam.

Parem de achar que as pessoas são todas iguais só porque sim. Isso é tão estúpido como acharem que todos os gajos de barba são a mesma pessoa. E agora vou continuar a almoçar porque já perdi demasiado tempo a pensar nisto.

Nisto e nos motivos que levaram o Guilherme Duarte a estar no Google vestido de padre.

Juro que foi isto que aconteceu!

16 Set

Ontem fui a uma festa. A noite estava boa, havia álcool, comida, muita gente com vontade de passar um bom bocado e mais álcool. Nessa festa, fiz umas stories no Instagram deste pardieiro e, também nessa festa, havia malta que segue esta espelunca onde nos encontramos.

Conversa puxa conversa e quando dei por mim, havia malta a abordar-me com (e isto sim, não deixará nunca de me surpreender) uma enorme satisfação de me conhecer pessoalmente. Tentei disfarçar mas não cabia em mim de contente. Quem seriam estas pessoas e por que tipo de agruras teriam passado na vida, para que a estupidez que me enche a cabeça os divertisse assim tanto!? Seriam figurantes contratados pelos meus amigos, por saberem que preciso de mimos? Seria um apanhado!? Ou seriam apenas meninos com necessidades especiais!? Não percebi.

Mas a verdade é que continuavam contentes por me descobrir, eu contente por ser descoberto e o álcool a circular a uma velocidade cada vez mais estonteante. Quando dei por mim, outros mais se tinham juntado e instalou-se uma loucura generalizada.

Homens traziam mais e mais bebidas para que não faltasse nada. Mulheres em delírio, não resistiram ao calor que se fazia sentir e começaram a despir-se. A música tocava alto e só me lembro dos corpos nus de todas as miúdas que se amontoavam para me abraçar. Nunca tinha vivido nada assim… parecia a chegada dos Beatles a uma praia de nudismo. Um sonho.

Sonho esse que, esta manhã, quiseram destruir quando me disseram que não foi nada disso que aconteceu. Que tinha sido apenas o Nuno Pedra e a Marta Silva Carvalho (nomes fictícios) a abordar-me e que, em qualquer um dos casos, não tinha havido qualquer tipo de excesso. Enfim, sabemos que a inveja é lixada e, por esse motivo, prefiro dar-lhes nomes fictícios para que o mundo não descubra o tipo de loucuras em que se meteram a noite passada.

E sim, pode dar-se o caso de exagerar um bocado quando bebo uns copos. Mas ontem foi mesmo assim. Juro! O facto de mais de 100 pessoas dizerem que nunca aconteceu tal coisa, só prova que há muita gente a lidar mal com o meu sucesso. Isso é triste. E a ressaca com que estou, também.

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