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Eureka!

26 Mar

Adoro começar o dia a encontrar coisas perdidas.
Hoje, por exemplo, encontrei os kilos que perdi na meia-maratona.

Estavam na balança.

perda de peso

Challenge Accepted #26 de 64 – O FIM.

24 Mar

Sim, é isso mesmo… Leram bem. Este menino com excesso de peso e condição física discutível, propôs-se a terminar uma meia-maratona ao fim de 64 treinos, sendo que isso deveria acontecer lá para finais de Abril.

Mas para quê treinar tantas vezes e esperar tanto tempo para mostrar àqueles quenianos que correr não é propriamente física quântica!??

Porquê deixar para Abril o que posso fazer em Março!?? E para quê terminar a prova com os primeiros (em menos de 01h00m) quando posso demorar 02h22m e cruzar a meta com aquele ar cool de quem “não está nem aí” para correrias e grande convívios com malta subnutrida!?? Sempre ouvi dizer que depressa e bem… não há quem.

Mas desenganem-se os que pensam que esta confiança cai do céu. Apesar de ter nascido com uns genes abençoados e com um corpo atlético (que prefiro esconder debaixo de algumas banhas para manter a ordem pública e evitar desnecessários atentados ao pudor), foi preciso preparar esta corrida.

Tudo começou ontem ao jantar onde bebi apenas um 1,5L de sangria. Podia ter bebido mais mas os verdadeiros atletas sabem que quando se come uma travessa gigante de amêijoas, seguida de uma dose de leitão, não se deve beber nem mais nem menos do que 1,5L de sangria.

A conversa estava boa e pedia um cigarrinho, no entanto, foram fumados apenas 12 cigarros até ao fim da noite (dose recomendada pela OMS).

Depois, no período de descompressão compreendido entre as 00h e as 03h, a hidratação foi garantida apenas com bebidas tónicas e limão. Algumas gotas de gin poderão ter sido adicionadas para dar sabor.

Pela manhã, não nos deveremos intimidar pela leve dor de cabeça que nos acompanha até ao comboio. “No pain, no gain“.

Nesta viagem de comboio, ia uma atleta olímpica ao meu lado (desconheço o nome da senhora) a falar dos seus tempos. Disse que fazia 10kms em 32min e tive – obviamente – que controlar um estridente: “QUÊÊÊ!???“.

Já na prova o segredo é não nos deixarmos afectar pelos jogos psicológicos que nos vão sendo lançados.

Sim havia velhinhas a correr muito mais rápido que eu, o que faz delas uns seres super estranhos. Já viram uma velha a correr rápido!?? É meio “creepy“. Uma assustou-me tanto que só por sorte é que a minha reacção não foi mandá-la da ponte abaixo.

Depois, já ia eu em piloto automático e com a minha vida entregue nas mãos do Senhor, quando reparo que lá na frente, seguia um homem sem uma perna. Um género de meio Pistorius preto que, indiferente à sua condição, corria nas horas e tinha um caparro do caraças. Inspirador… mas, num determinado momento, esse senhor passa por mim e lança aquele olhar “coitado do gordinho“. Tuuudo bem… pelo menos a Lady Factos não corre o risco de levar um balázio, enquanto que do lado dele nunca se sabe. Já vimos que atletas sem pernas, volta e meia, queimam um fusível.

O que também me queimava os fusíveis eram as piores bandas de karaoke de sempre e que estavam colocadas de x em x kilómetros. A única motivação que aquelas gordas aos gritos davam, era a vontade louca que tinha de acelerar o passo para me afastar daquela gente.

Indiferente às humilhações exteriores comecei a acreditar que era possível.
Já perto do fim, vi umas ambulâncias a levar uns quantos e foi aí que pensei: “Em último já não fico. É arrastar-me com calma e garantir que fico à frente dos que tiveram uma trombose…“.

E assim foi. Cruzei a meta e até me emocionei quando percebi que tinha corrido a meia-maratona. Depois, fiz o que fazem os portugas… Apanhei todos os brindes que consegui e deixei-me cair no chão com a certeza de missão cumprida.

Se foi bom!? Claro que não.
Bom é começar o domingo com um granda brunch. Isto foi só estúpido.

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PS: No fim da prova, com a clarividência toldada pelo esforço, era assim que me sentia. Sem tirar, nem pôr.

Quem ri no fim…

2 Fev

Fui ver a exposição do Riso ali no museu da electricidade ou lá como se chama aquilo. É “grates” e vale bem a pena passar por lá (não tem uma única referência ao Factos de Treino mas tudo bem… vou deixar passar).

No fim da ditacuja, estão estas estatuetas:

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Chineses a rir à larga na nossa cara.
A sério. Espetaram com bonecos chineses a gargalhar bem nas nossas trombas.

Em plena Fundação EDP.
Que apropriado.

Engraçadinhos.

Dias manhosos estes…

16 Dez

Domingo é um dia manhoso.
Mas é mais manhoso ainda se pensarmos que é o dia que Miguel Relvas passa ao telefone com Angola.

O que diz a senhora do outro lado da linha enquanto acaricia um felpudo gato branco!? Não sabemos…

O que diz Relvas durante esta chamada!?
Sim Senhora… Certo… Farei o que me diz… Não se preocupe que esta semana trato disso… Sim… Sim… Claro… Bem sei, bem sei… Peço desculpa pela demora… Tem toda a razão… Mas senhora, não sei se tenho estudos para isso… Como!? Aah já tenho!?… Ok, ok… Nesse caso, resolvo isso mais cedo… Prometo não falhar… Adeus e um beijo… Diga!?… Aaaah, desculpe o excesso de confiança, queria apenas despedir-me e não era minha intenção ser abusador… Peço perdão. Adeus“.

Muamba com pauzinhos…

5 Dez

Angola ChinaCurioso… hoje precisei de pagar uma conta na loja dos chineses e, para isso, tive que ir levantar dinheiro na loja dos angolanos.

Cada vez percebo melhor porque é que a coisa está preta na minha conta do BPI e porque raio fico amarelo quando recebo a factura da EDP.

Mas nem tudo está perdido.
Pelo caminho passei por um Centro de Emprego e ali não há dúvidas… continuamos a ser os accionistas maioritários.

 

 

 

 

 

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