Graças a Deus, não sou médico.

13 Dez

Ainda fico espantado quando percebo que sou um gajo de 40 anos a “dizer coisas” em reuniões de trabalho, onde a minha opinião é respeitada.

Ok, respeitada fui eu que inventei. Digamos apenas que me tratam com o carinho de quem interage com uma criança com necessidades especiais.

Mas seja como for, desde quando sou uma pessoa dessas com responsabilidades? Terão eles a noção que passo a reunião toda a torcer para que pessoas caiam ou que tenham uma cólica tão grande que sejam obrigados a dizer: “Neste mercado há uma tendência clara para… aaargh… desculpem mas tenho que ir fazer cocó!”.

Na minha cabeça, ainda ontem estava nas ruas do Miratejo, de chapéu para trás a ver se tinha cinquenta escudos para torrar no salão de jogos e agora estou aqui sentado, de caneta na boca e olhar introspectivo para parecer que estou mesmo focado no que raio estão para ali a dizer.

O mundo ao contrário, é o que é…

PS: Para efeitos legais e caso a administração da minha empresa veja isto e saiba quem sou, não estou numa reunião a sério. É só a brincar. Quer dizer, se forem as pessoas que estão nesta reunião, claro que é super a sério e estou hiper focado nesses dados tão espectaculares que estão a partilhar. Longe de mim estar quase a falecer com a vossa conversa da treta. LONGE DE MIN!

PS2: Hummm… foi um amigo que escreveu isto. É melhor assim.

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