O perigo dos perfumes não serem exclusivos.

17 Jun

Eram 07h10. Saio do carro, ainda sem perceber porque raio – mês e meio depois – continuo a acordar tão cedo para ir treinar (ou no meu caso, ir desafiar os limites do vómito). Enquanto fecho a porta, passa um vulto por mim e deixa um cheiro no ar bom demais. Não era um cheiro qualquer. Era o perfume de Lady Factos.

Involuntariamente e ainda meio adormecido, o meu cérebro emitiu o alarme “Huumm… coisa boa. Era já aqui!!! Não fazíamos mais nada até ao meio-dia!“.

Virei-me rapidamente. Era uma velha que ia a passar a caminho da paragem.

Cérebro emite nova missiva para o resto do corpo:
FALSO ALARME!!! FALSO ALARME!!!
BAIXAR ARSENAL E REGRESSAR AO MODO DE DESCANSO!

E lá segui com a minha vidinha… a pensar que – com algum álcool à mistura – o perfume certo na hora errada, pode trazer muitos problemas à vida dos mais incautos.

perfume

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6 Respostas to “O perigo dos perfumes não serem exclusivos.”

  1. macacagravaporcima 17/06/2015 às 12:14 #

    esse título diz tudo… nem é preciso ler o post!

  2. qui scribit 17/06/2015 às 14:11 #

    Que perigo! Ainda a velhota ficava a gostar, ou reparava no entusiasmo e depois é que um sarilho…

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