Uma anedota para o pai.

19 Mar

Um miúdo inglês, um francês e um português, discutem sobre quem terá o pai mais espectacular. O inglês diz: “O meu pai é tão grande que quando levanta os braços, consegue agarrar os aviões“. Vem o francês e diz: “O meu é tão grande que desvia os braços dos aviões, apenas para conseguir pôr as mãos por cima das nuvens“.

O puto português, impressionado, pergunta ao francês: “E o teu pai quando põe a mão por cima das nuvens, o que diz!?“. O francês, vaidoso, responde: “Diz que é fofinho e super macio“. Puto português: “Imagino… são os tomates do meu“.

Eu era o típico puto português que contava estas anedotas parvas. O Pai Factos pedia-me para ter “tento na língua”, enquanto escondia a vontade de rir. Na santa terrinha, reunia os amigos mais próximos, punha-me em cima de um barril e dizia: “Váá… conta lá aquela que me contaste no outro dia“. Eu tinha “palco” e uma assistência de homens da aldeia que riam de tudo o que eu dizia (o vinho ajudava muito).

Pai Factos tentou educar um cidadão digno. Mas falhou…
Criou um palerma.

Mas ainda hoje nos rimos disso.
Feliz dia, pai.

Uma resposta to “Uma anedota para o pai.”

  1. Ana 20/03/2014 às 19:38 #

    Não tem nada a haver com o assunto mas vi isto e pensei em ti!!

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